Os qu�micos de Moscovo sugeriram uma maneira de produzir o insulin nos comprimidos em vez das inje��es. Desenvolveram as c�psulas polymeric que protegeriam o insulin do efeito destrutivo de sucos digestivos.


Para criar tais c�psulas, os investigadores usaram dois pol�meros - protamin positivo e dextransulphate negativo. Deram forma �s camadas em s�rie uma em cima da outro de acordo com o sinal de adi��o para o princ�pio negativo e fizeram uma coberta multi-layer em torno do enchimento do insulin, que compo a 85 por cento da micropart�cula inteira.

O Insulin coberto pela c�psula protetora � est�vel no pH de 1.7 a 5 unidades, quando o pH aumenta mais altamente de 5 unidades, insulin come� liberado. Um aumento mais adicional do pH at� 8 unidades conduz � taxa de libera��o acelerada da prote�na. Tal comportamento das part�culas ocorre devido ao fato que no insulin de 5.5 do pH mais altamente adquire a carga negativa e a sua liga��o com negativamente - pol�mero carregado da primeira camada - o dextransulphate - come� destru�do.

Tal pH-depend�ncia de c�psulas polymeric protetoras fornece a capacidade fundamental para criar o insulin nos comprimidos. No est�mago, onde o meio � extremamente �cido, estas c�psulas protegeriam a mol�cula do insulin e n�o permitiriam sua destrui��o. Atravessando o est�mago e alcangando o intestino pequeno e o �leo, onde o pH alcanga 6 a 8 unidades, as c�psulas come�ar�o excretar intensa o insulin. Nos intestinos finos, o insulin pode penetrar o sangue. Conseq�entemente, a c�psula determina por se onde o insulin deve ser retido no formul�rio fechado e onde deve ser liberado.

E a melhor parte � que o material protetor � biodegrad�vel. Isto podia igualmente conduzir � entrega de diversos antibi�ticos e de outras medicinas com seguran�a por meios orais.

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