Pentagon esbo�ou revis�es importantes o � doutrina para opera��es nucleares comum.

A doutrina para opera��es nucleares comum descreve o papel da dissuas�o dos E.U., de posturing da for�a e de considera��es nucleares da distribui��o. No short a doutrina especific r�guas definitivas para o uso pelos E.U. de armas nucleares.

A doutrina recentemente revisada fornece mais op��es e as raz�es para usar dispositivos nucleares assim como outras armas da destrui��o maci�a de encontro �s na��es e/ou aos grupos de terrorista e al�m disso, incluem uma op��o para o uso preventivo de armas nucleares.

Ou seja a doutrina revisada inclui a op��o para que os Estados Unidos ateiem fogo fora do primeiro m�ssil nuclear - um ataque preventivo, uma id�ia que seja anunciada inicialmente pelo presidente George W. Bush dos E.U. em 2002. E aquela � meramente a ponta do iceberg.

Junto com a cl�usula recentemente revisada do preemption, a doutrina igualmente incorpora:

- uma sustenta��o para a utiliza��o de armas nucleares de encontro a todos os formul�rios das armas de incluir da destrui��o maci�a qu�mico e biol�gico;

- uma sustenta��o para desdobrar armas nucleares de encontro aos terroristas e aos factores do terror;

- sustenta��o para a prote��o de for�as nucleares sobre povos de protec��o.

A doutrina revisada contem sobre 20 p�ginas adicionais devotadas �s v�rias op��es nucleares que incluem o uso de dispositivos nucleares em opera��es do teatro ou em uma zona de combate ativa. O cap�tulo novo devotado �s opera��es nucleares do teatro foi adicionado porque um resultado direto da emerg�ncia de estado fora-da-lei perigosos e de factores organizados do terrorista especial se aquelas entidades tinham sido bem sucedidas em obter armas da destrui��o maci�a.

Os cr�ticos da doutrina revisada advertem que as op��es adicionadas para a distribui��o de um dispositivo nuclear amea�am fazer a armas nucleares apenas uma outra ferramenta na caixa de ferramentas. O original revisado igualmente inclui pelo menos quatro encena��es onde os comandantes em uma situa��o do teatro do combate pedem a aprova��0 presidencial para o uso de armas nucleares primeiramente.

De acordo com o projeto nuclear da informa��o, no preemption nuclear, o objetivo j� n�o � dissuas�o com a retalia��o amea�ada mas a destrui��o do campo de batalha dos alvos com armas nucleares primeiramente na antecipa��o que a dissuas�o falhar�.

Em outras palavras Iraque seguinte como a guerra � muito prov�vel ser lutado primeiramente com batida nuclear, especial como eram alegada (falsa como n�s sabemos agora) de possuir WMDs.

A parte a mais assustador � que agora todo o governo tem que fazer � alega��es sem bases niveladas de encontro a toda a na��o de possuir WMD (em quais demonstraram seu talento excelente) ou de suportar terroristas antes que esteja destru�do ou aleijado com batidas nucleares. As for�as de E.U. s�o autorizadas agora para usar armas nucleares com a mesma impunidade que armas convencionais.

N�s todos estamos profundamente cientes da morte e da destrui��o que uma bomba nuclear pequena pode criar, n�o somente nas consequ�ncias imediatas de uma batida mas nos anos e nas d�cadas vir.
Numa altura em que n�s esperar�amos que os l�deres de mundo estariam fazendo seu m�ximo para diminuir a amea�a nuclear, a na��o a mais poderosa do mundo � as doutrinas da escrita que permitir�o que golpeiem primeiramente - em qualquer lugar neste planeta.

N�o � duro imaginar como este poder novo poderia leveraged pelo governo no neg�cio com os pa�ses em torno do mundo.

Por exemplo agora est�o amea�ando simplesmente na��es soberanas (exceto poucas infelizes como Iraque ou Afganistan) que n�o se dobra a sua vontade. No futuro pode ser real�ado com amea�as de batidas nucleares preventivos e possivelmente mesmo uma demonstra��o da inten��o.

O auto-apontar-l�der---mundo-E.U.-governo empregaria mal tal poder? Voc� diz-me.

Liga��o: Halifax vivo
Cortesia de Joel Bellenson.