Os resultados chaves relatados n�o previamente pela equipe de investiga��o de WTC incluem o seguinte:

  • As hip�teses principais para o colapso de WTC 1 e de WTC 2 (as torres) tornaram-se
  • O atraso de tempo entre os colapsos das torres de WTC explicou
  • as capacidades do Borne-impacto das torres de WTC avaliaram
  • a gordura Fogo-induzida da coluna do n�cleo detectou
  • O papel de tornar determinou
  • A maioria do a�o encontrou exig�ncias mais fortemente do que m�nimas
  • desafios apresentados evacua��o do Cheio-edif�cio para ocupante
  • Movimento nos v�es das escadas de WTC 1 percebidos como um problema
  • Os evacuados n�o receberam comunica��es coordenadas ou informativas
  • A mobilidade danificou ocupante enfrentou desafios especiais da evacua��o
  • O primeiros comando e controle do que responde foram impedidos

Detalhes abaixo.

As hip�teses principais para o colapso de WTC 1 e de WTC 2 (as torres) tornaram-se.
Estas hip�teses identificam a seq��ncia cronol�gica de eventos principais do colapso para cada torre e identificam trajetos espec�ficos da redistribu��o da carga e danificam encena��es. Previamente, uma �nica hip�tese de funcionamento foi definida para torres sem identifica��o dos trajetos da redistribu��o da carga e as encena��es de dano que resultam dos avi�es impactam e os fogos subseq�entes. As duas hip�teses s�o detalhadas na folha unida.

O atraso de tempo entre os colapsos das torres de WTC explicou.
Embora as torres de WTC fossem atacadas por avi�es virtualmente id�nticos, WTC 1 representou 103 minutos antes dele desmoronou-quase duas vezes contanto que WTC 2, que sobreviveu por 56 minutos. Os edif�cios eles mesmos, embora nao id�nticos, tiveram muitas similaridades. O atraso de tempo entre os colapsos era devido primeiramente a: (1) o dano estrutural assim�trico do impacto dos avi�es a WTC 2 comparou ao dano dos avi�es a WTC 1; (2) o tempo onde tomou para que o calor amacie, forme ondas e encurte as colunas do n�cleo que tiveram tornar desalojado pelo impacto dos restos; (3) a habilidade da estrutura de redistribuir cargas como as colunas do n�cleo encurtaram; (4) o tempo onde tomou para fogos � travessia de sua posi��o inicial � cara das torres onde as colunas do per�metro se estavam curvando para dentro (como somente minutos vistos antes do colapso de cada torre); e (5) o tempo onde tomou para que o calor amacie e forme ondas aquelas colunas.

as capacidades do Borne-impacto das torres de WTC avaliaram.
Exija aos c�lculos das rela��es- da capacidade que indicam mesmo se as estruturas podem suportar as cargas p�r sobre -mostrado que para os assoalhos afetados pelos impactos dos avi�es, pela maioria do n�cleo e por colunas do per�metro em ambas as torres continuadas a carreg suas cargas ap�s o impacto. As cargas das colunas danificadas ou separadas foram carreg por colunas n�o danificadas pr�ximas. Embora as cargas adicionais estiquem as capacidades load-bearing das colunas afetadas, os resultados mostram que as colunas poderiam as ter carreg. Isto mostra que as torres suportaram os impactos iniciais dos avi�es e que permaneceriam estando indefinidamente se n�o para um outro evento significativo tal como os fogos subseq�entes. O NIST relatou previamente que as torres tiveram a capacidade significativa da reserva ap�s o impacto dos avi�es baseado na an�lise dos dados da vibra��o do borne-impacto obtidos da evid�ncia video em WTC 2, a torre mais severamente danificada.

a gordura Fogo-induzida da coluna do n�cleo detectou.
Devido ao aquecimento dos fogos que seguem os impactos dos avi�es e � dobra subseq�ente, havia uma gordura das colunas do n�cleo vistas em ambas as torres em assoalhos ou perto dos locais fogo-afetados do impacto. A gordura das colunas do n�cleo f�z com que o sistema do assoalho puxasse o curvatura interno observado inward-the das colunas do per�metro que foi considerado minutos antes do colapso de cada torre. A curvatura t�rmica significativa do sistema do assoalho agravou a tra��o interna nas colunas do per�metro em WTC 2. que as cargas verticais carreg por colunas encurtadas foram redistribu�das �s colunas do per�metro, p�r a tens�o adicional sobre suas capacidades load-bearing.

O papel de tornar determinou.
Os componentes estruturais que se transformaram enfraquecido devido aos fogos e causados eventualmente as torres ao colapso tiveram seu tornar desalojado por restos do impacto dos avi�es. A regi�o de tornar desalojado era determinada do trajeto previsto dos restos. Tornar n�o tinha sido desalojado, a ascens�o de temperatura dos componentes estruturais provavelmente seria insuficiente para causar o colapso global das torres. Tornar desalojou por restos deixou os componentes mais sens�veis ao calor do que todas as �reas onde havia faltante ou finamente tornando antes dos impactos dos avi�es.

A maioria do a�o encontrou exig�ncias mais fortemente do que m�nimas.
Aproximadamente 87 por cento dos esp�cimes de a�o recuperados de WTC testados excederam as for�as de rendimento m�nimo exigidas especific nos crit�rios de projeto do edif�cio; uns 13 por cento n�o fizeram. Entretanto, a seguran�a das torres era nao afetada mais prov�vel pela porcentagem pequena do a�o abaixo do m�nimo. Os projetos de constru��o permitem rotineiramente que as estruturas suportem maiores cargas do que s�o esperados incluindo fatores de seguran�a significativos. Al�m disso, as cargas estruturais Sept. na 11, 2001, estavam bem abaixo deste n�vel do projeto.

desafios apresentados evacua��o do Cheio-edif�cio para ocupante.
Baseado em dados da entrevista da primeiro-pessoa, uma avalia��o da prontid�o do ocupante de WTC 1 e 2 concluiu aquela em ambas as torres:

  • Os ocupante eram frequentemente n�o-preparados para o desafio f�sico da evacua��o cheia do edif�cio;
  • Os ocupante eram frequentemente n�o-preparados encontrar corredores de transfer�ncia durante a descida do v�o das escadas; e
  • Os ocupante desafiados mobilidade n�o foram identificados nem n�o foram preparados universal para a evacua��o cheia do edif�cio.

Movimento nos v�es das escadas de WTC 1 percebidos como um problema.
Embora um n�mero de pessoas que evacuaram WTC 1 relatassem que perceberam um problema com contracorrente (o movimento dos sapadores-bombeiros no sentido oposto) nos v�es das escadas, determinou-se n�o ser um fator significativo na �poca total da evacua��o de ocupante de WTC 1 quando comparado a outros fatores que incluem atrasos na inicia��o da evacua��o, interrup��o da evacua��o e encontrando obst�culos no trajeto da evacua��o (tal como o fumo, a �gua e os restos).

Baseado em entrevistas da primeiro-pessoa, o NIST estima o ocupante de sobreviv�ncia m�dio passou 48 segundos por o assoalho que desce o v�o das escadas, que � sobre a metade t�o rapidamente como relatado previamente para evacua��es da n�o-emerg�ncia. O NIST igualmente estima que cada porta do v�o das escadas retirou aproximadamente 37 povos por o minuto, que � compar�vel � taxa a mais lenta relatada previamente para evacua��es da n�o-emerg�ncia. Ou seja os ocupante de sobreviv�ncia m�dios abaixaram umas escadas mais lentas e atrav�s das sa�das do v�o das escadas do que relatadas previamente para evacua��es da n�o-emerg�ncia.

Os sapadores-bombeiros e outros primeiros que respondes relataram a dificuldade em escalar as escadas devido � aglomera��o evacuando ocupante. Baseado em entrevistas do primeiro-que responde, o NIST estima que tomaram uma m�dia de 1.4 a 2 minutos por o assoalho a escalar at� sua altura m�xima (na maior parte aos assoalhos nos anos 20 e no 30s). Conseq�entemente, tomaria mais de duas horas para um primeiro que responde que desgasta o equipamento pessoal da prote��o e que carreg a engrenagem para alcangar o 60th assoalho usando o v�o das escadas, quando tomaria aproximadamente 1-1/2 horas para fazer assim sem equipamento e engrenagem.

Os evacuados n�o receberam comunica��es coordenadas ou informativas. Durante entrevistas, os sobreviventes disseram que sentiram que comunica��es da emerg�ncia poderia ter sido mais �til durante a evacua��o das torres. O conhecimento espec�fico sobre a posi��o de dano do impacto dos fogos e dos avi�es foi comunicado somente ocasionalmente aos ocupante que pediram a informa��o. Aquelas comunica��es estavam aparentemente n�o coordenadas.

Adicionalmente, alguns an�ncio-primeiros contradit�rios a retornar aos escrit�rios e para come�ar ent�o um assistente hospitalar evacua��o-foram ouvidos por ocupante em WTC 2 imediatamente antes do impacto dos avi�es nessa torre.

A mobilidade danificou ocupante enfrentou desafios especiais da evacua��o. Aproximadamente 6 por cento dos ocupante de sobreviv�ncia relataram uma limita��o pre-existing a sua mobilidade. Os exemplos destas limita��es incluem a obesidade, as condi��es de cora��o, a gravidez, idade avan�ada e a cirurgia recente.

Os sapadores-bombeiros e os oficiais de pol�cia encontraram 40 a 60 ocupante danificados mobilidade no 1� assoalho de WTC 1 enquanto tentaram cancelar para fora cada assoalho em sua maneira. Os indiv�duos danificados tinham sido coloc neste assoalho para esperar o salvamento na tentativa de cancelar o stairway. Os que respondes da emerg�ncia ajudavam a aproximadamente 20 destas pessoas abaixo da escadaria apenas antes do colapso da torre.

O primeiros comando e controle do que responde foram impedidos.
Quando uma quantidade significativa de evid�ncia mostrou que as primeiras ag�ncias diferentes do que responde, geralmente, estavam trabalhando junto, foram impedidas por registros de informa��o inadequada, de expedi��o e de atribui��o da unidade.

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