Eu apenas voltei de um casamento indiano semi-tradicional. Era uma experi�ncia interessante. Eu encontrei-me com muitos primeiro-primos e outros parentes que s�o supor ser pr�ximos a mim, mas este � a primeira vez que eu os estou vendo, nunca. Outro que eu estou vendo ap�s 16-20 anos. Eu n�o estava feliz, mim n�o era triste tampouco. Apenas f�z-me realizar como os relacionamentos humanos fr�geis s�o e como o transeunte � as liga��es com que n�s nos amarramos.

Era a uni�o de meu primeiro-primo (pai - filho da irm�). Cerim�nia agrad�vel do borne-casamento (Bou Bhath), ambi�ncia agrad�vel, e a pergunta omnipresent - o que s�o voc� que faz? Eu explico-lhes que eu desenvolvo produtos de software. Algu�m inquiriu sobre a posi��o de minha f�brica e que equipamentos (como nas engrenagens etc.) eu preciso. Na maior parte era um olhar vitrificado. A externaliza��o do software � o que quase todos compreende, ap�s todo o Infosys, o TCS e competente o faz como faz centenas de milhares de outras grande e pequenas empresas em India.
Entretanto o desenvolvimento de produtos do software, o que � aquele? �s vezes eu quero-o saber seria mais f�cil explicar que n�s proporcionamos servi�os da externaliza��o. N�s proporcionamos servi�os da externaliza��o tamb�m, mas em uma escala limitada e somente aos clientes muito selecionados com os produtos interessantes para tornar-se ou os projetos a entregar.

Que outro � deixado? Eu converso com toneladas de povos, novos e idosos, na maior parte velho. N�s gorge ent�o em cima de um bufete sumptuoso, com lotes da galinha do tandoori, a carne de cabra, os peixes, alguma salada aleat�ria e os outros artigos e finalmente extremidade com o kulpi (similar ao gelado).

A refei��o acabava-se, a noite era escura, n�s partiu ap�s algum bom-byes habitual. Eu n�o me incomodei olhar a noiva princessly attired em seu quarto enquanto n�s nos encontramos mais cedo. Eu desejo que vivem feliz nunca ap�s como razoavelmente um conto.